O que são fungos?
Na natureza há
diferentes tipos de fungos. Podemos dizer que eles são uma forma de vida
bastante simples. Com relação às diferenças, existem aqueles que são
extremamente prejudicais para a saúde do homem, causando inúmeras enfermidades
e até intoxicação. Encontramos também os que parasitam vegetais mortos e
cadáveres de animais em decomposição. Temos também os que são utilizados para
alimento e até aqueles dos quais se pode extrair substâncias para a elaboração
de medicamentos, como, por exemplo, a penicilina.
Informações sobre os
fungos
Durante muitos anos,
os fungos foram considerados como vegetais, porém, a partir de 1969, passaram a
ser classificados em um reino à parte. Por apresentarem características
próprias, tais como: não sintetizar clorofila, não possuir celulose na sua parede celular (exceto
alguns fungos aquáticos), e não armazenar amido como substância de
reserva, eles foram diferenciados das plantas.
Os fungos são seres vivos eucarióticos, com um só núcleo.
Estão incluídos neste grupo organismos de dimensões consideráveis, como os
cogumelos, mas também muitas formas microscópicas, como bolores e leveduras. Diversos
tipos agem em seres humanos causando várias doenças como, por exemplo, micoses.
Outro tipo importante de fungo é o mofo, que surge através dos espórios,
células quase microscópicas que encontramos flutuando no ar. Os espórios
preferem locais escuros e úmidos para realizar a reprodução. Em função desta
característica, nota-se uma maior quantidade de mofo em ambientes úmidos, como
paredes, gavetas, armários, etc. Estas mesmas células minúsculas também se
agrupam em pães, frutas e vegetais, pois buscam alimentos em ambientes
propícios para o seu desenvolvimento.
Os diversos tipos de micoses que conhecemos são originadas por microfungos,
atingindo os seres humanos com maior freqüência nos países tropicais (clima
úmido e quente), como no Brasil, por exemplo. Na maior parte das vezes, o
tratamento para este mal é complicado por tratar-se de uma forma de vida
daninha e oportunista. Mas há pesquisas avançadas e trabalhos importantes a
respeito deste assunto. Muitos medicamentos estão sendo desenvolvidos com o
objetivo de livrar o ser humano desta companhia desagradável e prejudicial.
Curiosidade:
Os fungos são encontrados no solo, na água, nos vegetais, em animais, no
homem e em detritos em geral. O vento age como importante condutor espalhando
seus propágulos e fragmentos de hifa.
Características:
A natureza dupla do líquen é facilmente
demonstrada através do cultivo separado de seus componentes. Na associação, os
fungos tomam formas diferentes daquelas que tinha quando isolados, grande parte
do corpo do líquen é formado pelo fungo.
Os liquens possuem ampla
distribuição e habitam as mais diferentes regiões. Normalmente os liquens são
organismos pioneiros em
um local, pois sobrevivem em locais de grande estresse ecológico. Podem viver
em locais como superfícies de rochas, folhas, no solo, nos troncos de árvores,
picos alpinos, etc. Existem liquens que são substratos para outros liquens.
A capacidade
do líquen de viver em locais de alto estresse ecológico deve-se a sua alta capacidade de
dessecação. Quando um líquen desseca, a fotossíntese é interrompida e ele não
sofre pela alta iluminação, escassez de água ou altas temperaturas. Por conta
desta baixa na taxa de fotossíntese, os liquens apresentam baixa taxa de
crescimento.
Classificação dos Fungos
Características:
Os fungos, também conhecidos como bolores, são
organismos eucariontes (com células nucleadas), existindo espécies unicelulares
e pluricelulares, respectivamente: as leveduras e os cogumelos, cujas células
são impregnadas externamente por quitina, um polissacarídeo nitrogenado.
Esses seres são heterotróficos (não sintetizam o próprio alimento), incorporando os nutrientes necessários ao seu metabolismo através da absorção de substâncias após digestão extracorpórea (sapróbios), realizada por enzimas sintetizadas e secretadas sobre a matéria orgânica contida no ambiente.
Os fungos pluricelulares apresentam estrutura formada por uma malha filamentosa chamada de hifas, agrupadas formando um pseudo tecido denominado micélio, caracterizado conforme sua distinção citoplasmática em:
Hifas septadas – cujas células são individualizadas, cada uma contendo o seu núcleo;
Hifas cenocíticas – com aparência anastomosada (concisa), formada por um citoplasma estendido e polinucleado.
O micélio assume tanto a função vegetativa, quanto reprodutiva. A primeira conferindo sustentação, crescimento e obtenção de alimentos, e a segunda, responsável pela produção de esporos (reprodução sexuada), porém podendo ocorrer de forma assexuada, seja por brotamento ou fragmentação.
A respiração dos fungos pode ser aeróbia (na presença de oxigênio) ou anaeróbia facultativa, sobrevivendo em ambientes com baixa oxigenação.
Sistematicamente os fungos são classificados em: Zigomicetos, Basidiomicetos,
Ascomicetos e Deuteromicetos.Esses seres são heterotróficos (não sintetizam o próprio alimento), incorporando os nutrientes necessários ao seu metabolismo através da absorção de substâncias após digestão extracorpórea (sapróbios), realizada por enzimas sintetizadas e secretadas sobre a matéria orgânica contida no ambiente.
Os fungos pluricelulares apresentam estrutura formada por uma malha filamentosa chamada de hifas, agrupadas formando um pseudo tecido denominado micélio, caracterizado conforme sua distinção citoplasmática em:
Hifas septadas – cujas células são individualizadas, cada uma contendo o seu núcleo;
Hifas cenocíticas – com aparência anastomosada (concisa), formada por um citoplasma estendido e polinucleado.
O micélio assume tanto a função vegetativa, quanto reprodutiva. A primeira conferindo sustentação, crescimento e obtenção de alimentos, e a segunda, responsável pela produção de esporos (reprodução sexuada), porém podendo ocorrer de forma assexuada, seja por brotamento ou fragmentação.
A respiração dos fungos pode ser aeróbia (na presença de oxigênio) ou anaeróbia facultativa, sobrevivendo em ambientes com baixa oxigenação.
Termos diferentes de fungos
Impigem
As micoses superficiais são doenças que acometem a pele, causadas pela ação dos fungos, que utilizam a camada mais superficial da pele como alimento.
Há diversos tipos de micose causados por grupos diferentes de fungos.
O problema, que se propaga com rapidez, pode aparecer em locais variados, como braços, virilha, pés e mucosas.
Os tipos mais comuns de fungos causadores de micose estão presentes na própria pele dos seres humanos ou então em animais como gatos e cachorros.
A existência natural dos fungos na pele não significa que todas as pessoas terão micose.
Para que a doença acometa as pessoas, são necessários alguns fatores, como uma queda no sistema de defesa do organismo.
Com isso, o fungo penetra na pele e, encontrando condições ideais, se desenvolve.
A umidade, o calor e lesões na pele são algumas características que agradam esses agentes patogênicos, facilitando sua proliferação.
Nomes Populares
É comum que a micose tenha denominações específicas, conforme a área que atinge.
Entre os dedos do pé, por exemplo, a micose é chamada de "frieira".
Sua ocorrência neste local é frequente em pessoas que não enxugam os pés adequadamente ou que usam sapatos fechados por longos períodos.
A dificuldade na absorção do suor deixa os pés úmidos.
O calor mantido dentro do sapato associado à umidade favorece a ação dos fungos.
Outro tipo comum de manifestação da micose, cientificamente chamada de tinha, é a que ocorre na pele, em diversas regiões do corpo, sobretudo na virilha, nas mãos e na face.
Nestas áreas, surgem manchas avermelhadas, de tamanhos variados, que têm a borda nítida e parecem descamar.
No couro cabeludo, a micose é conhecida popularmente como "pelada".
Nesta região, a doença aparece em placas, onde há perda de cabelo e descamação.
É frequente que a "pelada" apareça na infância, depois que a criança tem contato com animais que têm o fungo ou até mesmo com outros colegas que tenham o problema.
Se não for tratada, a "pelada" evolui, causando falhas de cabelo que são permanentes. Nas unhas, a chamada onicomicose provoca espessamento.
As unhas ficam opacas e com tonalidades amareladas, podendo descolar.
As micoses superficiais são doenças que acometem a pele, causadas pela ação dos fungos, que utilizam a camada mais superficial da pele como alimento.
Há diversos tipos de micose causados por grupos diferentes de fungos.
O problema, que se propaga com rapidez, pode aparecer em locais variados, como braços, virilha, pés e mucosas.
Os tipos mais comuns de fungos causadores de micose estão presentes na própria pele dos seres humanos ou então em animais como gatos e cachorros.
A existência natural dos fungos na pele não significa que todas as pessoas terão micose.
Para que a doença acometa as pessoas, são necessários alguns fatores, como uma queda no sistema de defesa do organismo.
Com isso, o fungo penetra na pele e, encontrando condições ideais, se desenvolve.
A umidade, o calor e lesões na pele são algumas características que agradam esses agentes patogênicos, facilitando sua proliferação.
Nomes Populares
É comum que a micose tenha denominações específicas, conforme a área que atinge.
Entre os dedos do pé, por exemplo, a micose é chamada de "frieira".
Sua ocorrência neste local é frequente em pessoas que não enxugam os pés adequadamente ou que usam sapatos fechados por longos períodos.
A dificuldade na absorção do suor deixa os pés úmidos.
O calor mantido dentro do sapato associado à umidade favorece a ação dos fungos.
Outro tipo comum de manifestação da micose, cientificamente chamada de tinha, é a que ocorre na pele, em diversas regiões do corpo, sobretudo na virilha, nas mãos e na face.
Nestas áreas, surgem manchas avermelhadas, de tamanhos variados, que têm a borda nítida e parecem descamar.
No couro cabeludo, a micose é conhecida popularmente como "pelada".
Nesta região, a doença aparece em placas, onde há perda de cabelo e descamação.
É frequente que a "pelada" apareça na infância, depois que a criança tem contato com animais que têm o fungo ou até mesmo com outros colegas que tenham o problema.
Se não for tratada, a "pelada" evolui, causando falhas de cabelo que são permanentes. Nas unhas, a chamada onicomicose provoca espessamento.
As unhas ficam opacas e com tonalidades amareladas, podendo descolar.
Liquens
Os liquens são associações simbióticas de
mutualismo entre fungos e algas.
Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%),
sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta
associação são as clorofíceas e cianobactérias. Os fungos desta associação
recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte,
pois é o organismo fotossintetizante da
associação.
Morfologia
Normalmente existem três tipos
de talo:
Crostoso: o talo é semelhante a uma crosta e encontra-se fortemente
aderido ao substrato.
Folioso: o talo é parecido com folhas
Fruticoso: o talo é parecido com um arbusto e tem posição ereta
Fruticoso: o talo é parecido com um arbusto e tem posição ereta
Reprodução
Os liquens não apresentam
estruturas de reprodução sexuada. O micobionte pode formam
conídios, ascósporos ou basidiósporos. As estruturas sexuadas apresentam forma
de apotécio. Os esporos formados pelos fungos do líquen germinam quando entram
em contato com alguma clorofícea ou cianobactéria.
O fotobionte se reproduz
vegetativamente. O líquen pode se reproduzir assexuadamente por sorédios, que são propágulos que
contém células de algas e hifas do fungo, e por isídios, que são projeções do
talo, parecido com verrugas. O líquen também pode se reproduzir por
fragmentação do talo.
Habitat
Classificação dos Fungos
Classificar fungos não é tarefa
fácil. Trata-se de um grupo muito antigo (mais de 540 milhões de anos) e
existem muitas dúvidas a respeito de sua origem e evolução.
Os quitridiomicetos,
constituídos por cerca de 790 espécies, são os prováveis ancestrais dos fungos.
Vivem em meio aquático e em solos úmidos próximos a represas, rios e lagos.
Vivem da absorção da matéria orgânica que decompõe e, muitas vezes, parasitam
algas, protozoários, outros fungos, plantas e animais. Algumas espécies causam
considerável prejuízo em plantas de cultivo (alfafa e milho).
Os ascomicetos,
com cerca de 32.000 espécies, são os que formam estruturas reprodutivas
sexuadas, conhecidas como ascos, dentro das
quais são produzidos esporos meióticos, os ascósporos. Incluem diversos tipos
de bolores, as trufas, as Morchellas, todos
filamentos, e as leveduras (Saccharomyces sp.), que são unicelulares.
Os basidiomicetos,
com cerca de 22.000 espécies, são os que produzem estruturas reprodutoras
sexuadas, denominadas de basídios, produtores
de esporos meióticos, os basidiósporos. O grupo inclui cogumelos,
orelhas-de-pau, as ferrugens e os carvões, esses dois últimos causadores de
doenças em plantas.
Os zigomicetos,
com cerca de 1.000 espécies, são fungos profusamente distribuídos pelo
ambiente, podendo atuar como decompositores ou como parasitas de animais. Os
mais conhecidos é o Rhizobux stolonifer,
bolor que cresce em frutas, pães e doces - seu corpo de frutificação é uma
penugem branca que lembra filamentos de algodão, recheados de pontos escuros
que representam os esporângios.
Os deuteromicetos,
ou fungos gonidiais, que já foram conhecidos como fungos imperfeitos, costituem
um grupo de fungos que não se enquadra no dos anteriores citados. Em muitos
deles, a fase sexuada não é conhecida ou pode ter sido simplesmente perdida ao
longo do processo evolutivo. De modo geral, reproduzem-se assexuadamente por
meio da produção de conidiósporos. A esse grupo pertencem diversas espécies de Penicillium (entre as quais a que produz penicilina)
e Aspergillus (algumas espécies produzem toxinas
cancerígenas).
Exemplos de fungos


. Identificar 15 fungos comuns em sua região. Desenhá-los ou fotografá-los.
01) Agarico - diversas espécies, a maioria comestível
02) Boletos - alguns comestíveis, outros venenosos
03) Hidno - comestível
04) Políporo e clavára - servem de alimento
05) Exidia ou orelha de judeu - contra hemorragia
06) Licoperdum - usado como isca
07) Arnonita ou oronga - comestiveis
08) Falsa oronga - e venenosa
09) Morchela e a Helvela - são delicadas e nutritivas
10) Tubara ou Trufa - são excelentes adubos
11) Esféria - estraga as folhas da videira
12) Corineu - causa a calvície
13) Ostilago - produz carvão nas gramíneas
14) Uredo - produz ferrugem nos cereais
15) Dinemasforo - causa caspa nos cabelos
16) Mucores - chamados bolores
17) Tricófitons - parasitas da pele
18) Amonita verna - comestível
19) Trichosporos - formam filetes pretos em arvores
20) Brotites - atacam o bicho da seda
21) Mildo - assolam os vinhedos e as batatas
22) Oídeo - ataca as folhas das videiras.
23) Aspergílio - causa inflamação no ouvido
3. Dar o nome de três fungos que têm valor, e dizer qual é o valor de cada um.
1) Os levedos - fonte de proteína e vitaminas do grupo B.
2) Fungos do gênero Penicillium - são usados para produzirem o antibiótico penicilina
3) Hídnos - cogumelos comestíveis.
4. Contar o ciclo de vida de um exemplo de cada: ferrugem, mofo, cogumelo, fermento.
O Uredo se desenvolve, como ferrugem, nas folhas das plantas. Exemplo: nas videiras, pereiras e outras plantas. O cogumelo comum, o chapéu de sapo é saprófito, nasce nos meios orgânicos. Os efêmeros nascem nos lugares úmidos, são mal cheirosos e de pouca duração. O cogumelo Sacaromicetéceo é que se desenvolve nos líquidos açucarados, produzindo a transformação do açúcar em álcool e gás carbônico.
Fumago - forma o carvão na espiga de milho verde.
5. Identificar 5 doenças de plantas, causadas por fungos.
1) Calvice – corineu
2) Caspa – denemasforo
3) Micose - Actinomyces bovis
4) Sapinho – Candídiase
5) Otite (inflamação do ouvido, surdez e zumbido) - Aspergilus
6. Conhecer as precauções de segurança a serem observadas ao lidar com fungos.
Os fungos têm a facilidade de se multiplicarem muito facilmente quando estão em condições adequadas, por isso devemos tomar muito cuidado ao manusear.
Pesquisas feitas nos sites:
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